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O desemprego e o empreendedorismo

‘Quando a crise gera o empreendedorismo’, esta foi uma série de reportagens produzida em um dos principais jornais do País, O Estado de S.Paulo, há mais de quatro anos. Na época, a crise impulsionou o empreendedorismo, mas acreditamos que o percentual de que 70% dos brasileiros empreende por oportunidade e 30%, por necessidade, ainda persiste.  Estamos vivendo uma nova onda de empreendedores trazidos pela necessidade de recolocação no mercado e também pelo grande número de pessoas interessadas em trocar de carreira, ou diversificar seus negócios para alavancar mais resultados

Segundo dados do Sebrae e da plataforma MEI Fácil, 1,3 milhão de pessoas viraram MEIs (Microempreendedores Individuais) no ano de 2018. E, mais de 330 mil microempresas foram abertas, um número 15% maior do que no ano anterior. Segmentos com alta lucratividade, como o empreendedorismo em educação, com destaque especial para franquias no ramo de educação, estão aquecidos. Principalmente quando a escolha passa por cursos profissionalizantes, já que a capacitação como diferencial de serviços para empresas, ou para os profissionais do mercado estão na mira das empresas.

Veja, abaixo, alguns cases de ‘virada de mesa’ que comprovam a tese de que empreender e abrir seu próprio negócio pode ser o caminho para alta lucratividade.

140 matrículas em poucos dias

Maryana e Luciano Bernini  investiram por volta de R$100 mil em seu novo negócio. A escolha por mudar de ramo de atividade para aumentar seus resultados mensais, foi o que os levou ao empreendedorismo. Segundo o casal, o faturamento familiar era de $7 mil, e o plano de negócio, agora, é aumentar esse número em 250%. Eles já comemoram vitórias em Mirandópolis, onde abriram sua franquia de cursos profissionalizantes. “Minha esposa era servidora pública. Diretorado Meio Ambiente na Prefeitura de Murutinga do Sul – SP, e eu, era autônomo.Percebemos que havia a necessidade e a busca por qualificação no mercado de trabalho. E, essa carência na cidade, aliada ao empenho de nossa equipe,resultou nessa marca: logo após nossa inauguração já atingimos 140 matrículas confirmadas. Nossa meta  a curto prazo é garantir qualificação para as pessoas em Mirandópolis e região. A Médio prazo,vamos expandir nossos negócios e ter um maior número de escolas. E, a longo prazo, vamos conseguir ajudar a um maior número de pessoas, e com isso diminuir o desemprego no nosso país. Dessa forma, faremos nossa parte para alavancar a economia do país”, planeja o casal de empreendedores. Saiba mais…

De bancário à empreendedor da educação

Bruno Gregolin, antes de investir em franquias atuava como gerente bancário.  Resolveu deixar a carreira no banco para abrir seu próprio negócio. Foi então que conheceu a Via Certa e se apaixonou pela marca, oque lhe impulsionou e deu muita segurança em investir. Saiba mais…

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