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Nem Físico, nem Digital: ‘FIGITAL’

Varejo, serviços e indústria experimentam um novo consumidor, uma nova forma de fazer negócios. Quem não entender esse novo ambiente de negócios vai ficar desatualizado e perder mercado.

Redes de varejo procuram cada vez mais criar modelos interativos online e mesmo presenciais, que substituem recursos humanos por outros, intuitivos, que empoderam e colocam o consumidor no comando.
Segundo Ricardo Pastore, coordenador do Núcleo de varejo da ESPM-Escola Superior de Propaganda e Marketing, “essas experiências se assemelham à navegar em um smartphone”.

Sobre os totens e outros dispositivos que cada vez mais povoam as praças de alimentação e caixas to go de algumas lojas. Além da aplicação da realidade aumentada em provadores virtuais, onde o concomprar sumidor pode experimentar várias roupas sem ter que usá-las, por exemplo. Dois canais de vendas que surgiram em décadas diferentes, se encontraram nessa nova realidade. Se complementaram. Mais do que isso, foi um casamento virtuoso – o franchising e o figital (a grafia está correta). Nem físico, nem digital: FIGITAL.

Redes de franquias estão migrando para esse novo mundo, empoderando o consumidor e suas unidades franqueadas como pontos físicos do negócio online, que atinge com mais eficácia, rapidez e abrangência muito mais público e resultando na fidelização da marca, quando bem aplicado o conceito figital.